Rebolar nas dores

Há um ano que sofro de insónias aproximadamente. Ao início achei que era de tomar café depois do meio da tarde. Cortei esse vício mas não resultou. Num ano foram imensas as noites em que consigo dormir umas 3 a 4h no total. Depois achei que era porque tentava dormir mais do que precisava, mas tive dias de total cansaço físico e nem assim dormia. Nos dias que não durmo, o meu estado físico não se altera. Tenho imenso dinamismo, boa disposição e só noto o corpo um pouco mais pesado. Mas a minha saúde não anda boa de todo. Tenho uma grave tendinite no braço direito, que me faz acordar de cada vez que esse braço está de lado. O braço esquerdo como tem andado a compensar o direito já apresenta sinais de dor. As minhas ancas sempre que tenho um dia mais puxado parece que bloqueiam e não me consigo mexer, pareço uma inválida. Diria que ando com os ossos e tendões que não me aguento. O J. diz que para a semana me arrasta para o médico, mas já desde os 12 anos que tenho problemas de ossos e são hereditários da minha avó paterna, por isso terei de viver com isto parece-me. E não está associado à vida paradíssima que tenho vivido, porque mesmo quando fazia exercício diário todas as dores persistiam.

Massa

Hoje depois de uma conversa a três ficamos curiosos como é que nos restaurantes de fast food de massa, tipo quasi pronti, eles tiram a massa meia cozida de um saquinho, metem em água a ferver e um minuto depois tá feito. Alguém sabe o truque? É que era óptimo ter massa já "feita" congelada.

Opções de poupança

Vocês conseguiam viver sem tv cabo?
Nós vamos tentar.

Profissão.Qual?Onde?

Hoje estou irracionalmente passada da cabeça. É que nada senhores parece me correr bem nem aos que me rodeiam. A minha taxa de amigos desempregados é de 50%. O mundo está na fosa e eu estou a deprimir e a preocupar-me pela primeira vez. Sinto-me em baixo.

Ai se eu fosse rica

Se eu dava para ter vida de dondoca? A minha mãe diz que sim e mãe é que sabe!

Toca a todos

Someone Like You

Adele


I heard that you're settled down
That you found a girl and you're married now
I heard that your dreams came true
Guess she gave you things, I didn't give to you
Old friend
Why are you so shy
It ain't like you to hold back
Or hide from the light
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I hoped you'd see my face and that you'd be reminded
That for me, it isn't over
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you, too
Don't forget me, I beg, I remember you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead, yeah
You'd know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summery haze
Bound by the surprise of our glory days
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I hoped you'd see my face and that you'd be reminded
That for me, it isn't over yet
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you, too
Don't forget me, I beg, I remember you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead, yeah
Nothing compares, no worries or cares
Regrets and mistakes they're memories made
Who would have known how bitter-sweet this would taste
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you, too
Don't forget me, I beg, I remembered you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you, too
Don't forget me, I beg, I remembered you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead, yeah, yeah

Alentejo!

Já fui a Relíquias e o meu esposo ficou com muita vontade de comprar lá uma casa e viver no sossego!
O único problema é que eu falo muito rápido para as gentes do café da terra.

Manchas de café

Se por acaso algum dia vos acontecer irem com um café na mão, tropeçarem e o café voar pelas paredes beje em todas as direcções, escusam de gastar dinheiro em produtos, nem lixívia; nem esponja mágica, rien... a solução é mesmo chamar o pintor e rezar para achar a mesma cor de tinta. Se isto me aconteceu ontem? Naaaaaaaaa...

Já fui e já vim

Obrigado amor!

Oh mulher tou de férias (pvt)

Hoje foi um dia bom. Deu para dormir até tarde acompanhada. Passear em Oeiras no Parque dos Poetas, tostar ao sol e emborcar um gelado geladinho. Mais logo ainda dará para ir ver "É como diz o outro". Dias destes são poucos, mas sabem divinalmente ainda para mais quando a companhia é boa e o trabalho se aproxima a passos de gigante! E amanhã? Surpresa!

Estes meninos passam-me pelas mãos...

Reportagem: Uma casa para quem foge à guerra e à violência
20.09.2011 - 12:15 Por Isabel Gorjão Santos

Quase todos os anos pedem asilo a Portugal entre 100 a 200 pessoas
Chukwuemeka acabou de chegar, saiu da Nigéria com medo de ser assassinado. Nasri é palestiniano mas não conhece a Palestina, era ainda bebé quando os pais fugiram para a Síria, há 63 anos. Foi para eles, e tantos como eles, que o Conselho Português para os Refugiados foi criado, faz hoje 20 anos.
Em cima da secretária há uma placa de madeira que tem o seu nome esculpido: Nasri. Ele é a primeira pessoa que se vê ao passar a porta, é dele a voz que atende o telefone. Nasri é um sorriso que quase nunca se desfaz. Talvez poucos empregos lhe dessem tanto prazer como este em que é recepcionista no Centro de Acolhimento para Refugiados da Bobadela, a 15 quilómetros de Lisboa. Aqui recebe todos os que, como ele, um dia pediram asilo a Portugal.

Entre um telefonema que chega e um recado, Nasri, “só Nasri”, vai contando a sua história. É refugiado há 63 anos, tem 64. Os pais levaram-no ainda ao colo para a Síria durante a guerra entre judeus e árabes de 1947, pouco antes da formação do Estado de Israel. Nunca foi outra coisa senão refugiado, e em 2005 até da Síria teve de partir, num barco de mercadorias rumo a Portugal.

A cidade onde nasceu, Safad, é hoje território israelita. Acabou por fugir da Síria por “problemas políticos” de que prefere não falar. Seis anos depois de ter chegado a Portugal, olha “com tristeza” para a repressão das autoridades de Damasco. “Mas não é uma tristeza de hoje, é de há 40 anos.”

Nasri foi recebido no centro de acolhimento da Bobadela, de onde chegam da cozinha cheiros de comida de todo o mundo. E quando se lhe pergunta como foi recebido, responde: “Sabe como é recebido um bebé? Foi assim. Cheguei aqui e nasci.” Nunca teve passaporte, só os documentos que se dão aos refugiados para poderem viajar. Um dia gostava de usar esses papéis para voltar à Palestina que nunca conheceu.

Deixemo-lo atender o telefone, que voltou a tocar, e sigamos o cheiro. Na cozinha do centro de acolhimento há vários tachos no fogão, ouvem-se muitas línguas. Dois marroquinos conversam no terraço voltado para Tejo, talvez à espera que o almoço fique pronto, um miúdo iraquiano joga computador e uma menina da Guiné-Conacri, que não terá mais de dois anos, passeia de colo em colo. É o benjamim da casa e não pára de rir e acenar.

No centro de acolhimento da Bobadela são instalados todos os que chegam à fronteira e pedem asilo. Só dois ou três meses, até que se encontre uma casa ou quarto. Há famílias e miúdos sozinhos. No final de Agosto viviam aqui 55 pessoas.

À segunda-feira é dia de lavar os lençóis e as toalhas, que são entregues na lavandaria do primeiro andar, junto aos quartos onde se alinham três ou quatro camas. Quem pede asilo não fica na rua, ainda que possa nunca vir a receber o estatuto de refugiado ou a autorização de residência por razões humanitárias. Isso é questão para o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) decidir mais tarde, após entrevistas e um parecer do Conselho Português para os Refugiados. Para já, o que importa é o mais urgente: tecto e comida. Há alguma roupa para quem veio sem nada e uma pequena ajuda alimentar, o passe ou um cartão de telefone. E um pijama lavado, escova de dentes e chinelos. Por vezes, quem chega não via uma cama há muito tempo.

Chukwuemeka está refastelado no sofá a ver televisão, tem 41 anos, chegou da Nigéria a 22 de Junho. Um conflito familiar fê-lo temer pela vida e um homem ajudou-o a apanhar um avião para Madrid. Não gostou que não entendessem bem o seu Inglês, e daí a Portugal foi um pulo. Diz que dormiu na rua 12 dias até ganhar coragem para entrar no SEF. “O meu pai tinha duas mulheres”, começa por explicar. “Quando morreu, a segunda mulher quis partilhar a herança mas o meu irmão mais velho recusou.” Foi esse irmão, conta, que acabou por matar a segunda mulher do pai, e então a família dela ter-se-á vingado. “Matou um irmão meu e uma irmã. Fugi para não me matarem também.”

Chukwuemeka escondeu-se na casa de um homem que conhecia, em Lagos, e pensou na América ou em Inglaterra. Mas esse homem sugeriu-lhe Alemanha, comprou o bilhete e ficou-lhe com o passaporte. Quando o primeiro avião que apanhou aterrou em Madrid, desembarcou ali mesmo. “Agora estou aflito por causa da minha mãe.”

Aulas, Internet e um lugar para crescer“Hoje os refugiados em Portugal têm melhores condições do que há 20 anos, e isso é muito positivo”, diz a presidente do Conselho Português para os Refugiados (CPR), Teresa Tito de Morais. Talvez nem precisasse dizê-lo. Percorrem-se os corredores do centro de acolhimento e encontra-se um auditório, mesmo ao lado de um quadro que Malangatana ofereceu e veio pendurar, ele mesmo. “Êxodo involuntário”, em tons de laranja e negro, um título a condizer com que acontece nesta casa. Há também a biblioteca. “Vem aqui ler, jogar e melhorar o teu português”, diz o letreiro à porta. E duas salas de aulas, uma para informática, outra para língua portuguesa. Poder comunicar é uma necessidade tão urgente como o tacho que fumega na cozinha.

Muitas das pessoas que chegam não falam uma palavra em Português, por vezes nem Inglês ou Francês. É preciso encontrar intérpretes, encaminhá-las para aulas, dar-lhes apoio jurídico e alojamento numa fase inicial. E pôr os mais novos na escola. Tudo isto em pouco tempo. Foi a pensar nos mais novos que o CPR criou, mesmo ao lado do centro de acolhimento, o espaço “A criança”, que é creche e jardim infantil. O centro de acolhimento foi inaugurado em 2007 e isso já deu tempo de ali ver nascer mais do que um bebé. Como Fortuna, filha de um casal da Eritreia que pediu asilo a Portugal em 2008. Ou Fanta, cuja mãe só saiu dali para a ir tê-la à maternidade, a meio de Agosto.

Uma organização que cresceu depressa

No início dos anos 1990 o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) deixou de ter representação directa em Portugal e delegou as suas funções numa organização com a qual pudesse estabelecer uma parceria. Foi então que Teresa Tito de Morais, que já tinha trabalhado no ACNUR durante 14 anos, foi desafiada a criar uma organização não-governamental para o desenvolvimento que apoiasse os refugiados. Nascia o CPR, a 20 de Setembro de 1991. Fundado por um grupo de pessoas com experiência na área dos direitos humanos, entre elas António Guterres, o alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, o CPR começou por ser uma organização de duas ou três pessoas. Hoje integra mais de 40. “Inicialmente havia até um certo desconhecimento sobre estas situações”, recorda Teresa Tito de Morais.

Não lhe faltava experiência sobre o que é ter de abandonar o país e deixar tudo para trás. Filha de um dos fundadores do Partido Socialista, Manuel Tito de Morais, então exilado na Argélia, também Teresa Tito de Morais teve de fugir para a Suíça. “Houve uma repressão feroz contra os estudantes.” Em Junho de 1965, o namorado com quem viria a casar, Jaime Teixeira Mendes, estava no primeiro ano de Medicina e saiu do país, a salto. Teresa Tito de Morais também tentou fugir para a Suíça, mas acabaram por ir buscá-la ao avião por causa do seu envolvimento nas associações de estudantes. Foi presa em Caxias durante três meses, até que voltou a tentar apanhar um avião e, dessa vez, conseguiu chegar a Genebra. Casou, estudou Relações Internacionais em Lausane e só regressou a Portugal já depois da Revolução de Abril.

Primeiro trabalhou num laboratório de análises clínicas, depois começou a colaborar com o ACNUR. Até que, em finais dos anos 1980, uma crise financeira levou a organização a encerrar vários escritórios, entre os quais o de Lisboa. “Foi preciso mudar de estratégia, os escritórios mais pequenos, com menos refugiados a cargo, deveriam desaparecer a curto prazo.” Assim foi. Portugal recebia poucos pedidos de asilo, ficou decidido que as competências do ACNUR passariam para uma organização não governamental e Teresa Tito de Morais ficou encarregue de a criar. “Foi uma grande responsabilidade, mas tinha uma grande vontade de que Portugal fosse também um país de asilo e cumprisse as suas responsabilidades éticas de receber com dignidade os requerentes asilo e os refugiados.”

Hoje o CPR é a única organização que intervém junto dos refugiados em Portugal, e a inauguração do centro de acolhimento da Bobadela, em 2007, foi uma das suas principais conquistas. Já antes, em 2000, a organização tinha sido distinguida com o Prémio Direitos Humanos da Assembleia da República. Os projectos do CPR são sobretudo apoiados pelo Fundo Europeu para os Refugiados, financiado em 75 por cento pela Comissão Europeia e em 25 por cento pelo Estado português, através do Ministério da Administração Interna. “Estamos hoje numa situação financeira um pouco mais estável, mas há atrasos significativos na disponibilização dos fundos”, lamenta Teresa Tito de Morais. O orçamento da organização ronda os 800 mil euros por ano.Pedidos de asilo chegam sobretudo de África

Quase todos os anos pedem asilo a Portugal entre 100 a 200 pessoas – em 2010 foram 160 e este ano, só até ao final de Julho, 127. Destas, 37 eram menores. Nove crianças chegaram à fronteira sozinhas, sem pais nem ninguém para as acolher.

Não faltam razões para fugir à guerra no Afeganistão, à repressão no Irão, aos conflitos em vários países africanos. Este ano os pedidos de asilo vieram de 33 países, mas sobretudo de pessoas da Guiné-Conacri (20) e Costa do Marfim (12). E tal como em anos anteriores, houve mais homens do que mulheres a pedir ajuda.

Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau, Nigéria ou Serra Leoa são outros países africanos de onde chegaram pedidos de asilo a Portugal nos primeiros meses deste ano. Também houve três pessoas do Irão e outras tantas do Iraque e de Marrocos. E da Colômbia ou da Rússia vieram quatro. Com ou sem documentos, de barco ou avião, muitas vezes depois de viagens atribuladas e de pagar fortunas a quem as ajudou a fugir, chegaram ao território português.

Ao CPR não falta, portanto, o que fazer. Como alguns dos refugiados são menores, e muitos estão sozinhos, está a ser criado um centro específico para os mais novos, com capacidade para 14 crianças, que deverá ser inaugurado até Dezembro. “Temos recebido cerca de 10 menores não acompanhados por ano, entre os 12 e os 18 anos”, conta Teresa Tito de Morais. Até agora têm ficado alojados no centro da Bobadela, mas em breve passarão a ser recebidos num espaço mais adequado, uma casa em Lisboa que está a ser recuperada e “será o próximo desafio do CPR”.

A Portugal têm chegado também cerca de 30 pessoas por ano ao abrigo do Programa de Reinstalação de Refugiados estabelecido em 2007 entre o Governo português e o alto-comissário da ONU para os refugiados. Será pouco, sobretudo tendo em conta que, segundo o ACNUR, existiam no início de 2011 pelo menos 10,4 milhões de refugiados em todo o mundo, para além de 4,7 milhões de palestinianos que vivem em 60 campos no Médio Oriente e cerca de 27 milhões de deslocados internos. “Mas é um gesto”, diz Teresa Tito de Morais.
A crise humanitária na Somália, onde a pior seca dos últimos 60 anos está a pôr 12 milhões de pessoas em risco, ou o conflito na Líbia, têm gerado novos fluxos de refugiados. Da Somália chegaram este ano 10 requerentes de asilo e da Líbia veio uma pessoa. Portugal já manifestou a disponibilidade de receber alguns líbios que fugiram à guerra e atravessaram a fronteira para a Tunísia, “mas o processo está a ser muito lento”, diz Teresa Tito de Morais. “As situações de emergência não se compadecem com atrasos.”

O desafio de encontrar trabalho

Nem todos os pedidos de asilo recebem resposta positiva. Grande parte das pessoas vê recusado o estatuto de refugiado ou a autorização de residência por razões humanitárias. Depois, ou essas pessoas conseguem um contrato de trabalho e a autorização de residência ao abrigo da lei da imigração ou ficam ilegais. “Muitas não sentem grande confiança para regressar aos países de origem. Algumas ficam ilegais e isso significa que podem ser apanhadas e postas na fronteira”, explica Teresa Tito de Morais. “Cerca de 80 por cento estão numa situação muito precária.” O ideal é encontrarem trabalho para se tornarem independentes, e esse é o principal objectivo do gabinete de inserção profissional que funciona nas instalações do CPR. É lá que trabalha Filipa Silvestre, de 24 anos, que diz ter pela frente “um grande desafio”.Encontrar um trabalho torna-se mais difícil para quem está ainda a conhecer o país e a língua, e por vezes nem umas palavras em Inglês, Francês ou Castelhano conseguem ajudar. Filipa Vilhena não esquecerá o dia em que tentava explicar a um rapaz do Sri Lanka como deveria apanhar o autocarro para as aulas de Português. Ele acenava a cabeça para a esquerda e para a direita, o que para ela significava que não estava a perceber. Mas no Sri Lanka aquele gesto quer dizer “sim”. Pouco depois, de sorriso orelha a orelha, ele voltou com o cartão da escola e o cartão de contribuinte na mão. “Tudo acaba sempre por se resolver.”

Ahahahahahahah

Literatura

Há livros que poupámos as últimas folhas porque não queremos terminá-los, outros são uma praga que teimamos em ler e vamos contando quantas páginas faltam, quantas??

Falo disto:


Não é um mau livro, mas é demasiado psicótico, complicado e a minha mente é muito mais leve. Então custa-me a engolir tanto drama. Faltam-me 30 páginas, que me parecem do tamanho do
D. Quixote!

Saga

No dia do empurrão houve mais azares. Também roubaram a antena do carro ao meu pai. Meu Deus, ai se eu tivesse 18 anos o sermão que eu levava!

Ice Tea

Uma vez ofereceram-me um Ice Tea que me marcou para a vida inteira

Lides

A casa até brilha mas eu estou de rastos!

Billy Elliot

Não sei se é da história, se da música, mas começo a chorar no início do filme e não páro. Veja as vezes que for.

Resultado da conversa pegada entre gajas

11 de Setembro, hora 0:00

Blábláblá e os quatro piscas ligados
blábláblá e os quatro piscas ligados
Blábláblá e os quatro piscas ligados
blábláblá e os quatro piscas ligados
Blábláblá e os quatro piscas ligados
blábláblá e os quatro piscas ligados
Blábláblá e os quatro piscas ligados
blábláblá e os quatro piscas ligados
Blábláblá e os quatro piscas ligados
blábláblá e os quatro piscas ligados
Blábláblá e os quatro piscas ligados
blábláblá e os quatro piscas ligados

11 de Setembro, hora 2:00 da manhã

"- Não liga!
- Não tem bateria.
- Sério?
- E agora?
(...)
- Pai o carro não liga porque não tem bateria.
- Põe-no a descer, engata a segunda com o pé na embraiagem, quando ganhar lanço largas a embraiagem e dás à chave."

Dez minutos depois

"- Pai não consegui.
- E agora?
- Agora durmo em casa da C.
- Ok, até amanhã"

Dez minutos depois

"- C. acho que vou para casa a pé.
- Tu é que sabes.
- É melhor, o meu pai deve estar passado, assim acalmo os ânimos e amanhã bem cedo podemos resolver isto.
- Ok, então até amanhã."

11 de Setembro, hora 8h da manhã

"- Pai é melhor pedir ao vizinho os cabos, eu tentei o que disseste e não deu, por isso a bateria foi mesmo à vida.
( Pai sentado na sala mudando freneticamente os canais, enquanto eu engolia o pequeno-almoço)
- Demoras muito, já tinha ido e vindo?
- Deixa-me pelo menos tomar banho a correr.
(...)
- Vês só usando travão de mão ainda consegui deixá-lo bem estacionado.
- Então mas os pedais não davam?
- Não porque disseste para estar engatada em segunda e nesta descida ganhou imenso lanço."

Um minuto depois

"- Brum brum! Nem dois metros precisei para pôr o carro a trabalhar.
- Pois, eu disse-te que tentei mas não sei fazer isso. Talvez quando tiver vinte anos de carta consiga.
Então e está bom? Foi mesmo só descarga de bateria?
- Não sei, vamos procurar uma descida e ver.
- Ufa. Ainda bem que foi mesmo só isto. Já aprendi. Quatro piscas gasta a bateria."

11 de Setembro 19h

(D. ao volante)
"- Estava mesmo a ver que você ía fazer isso.
- Mas estragou muito?
- Acho que foi só a protecção da lâmpada do carro.
- Olhe fique com os meus dados e mande-me o orçamento.
- Eu esta semana digo-lhe alguma coisa."

Eu diria que não foi só para os americanos que o dia foi difícil...


Revista Sábado Setembro 2011

A minha costela italiana

Já vos disse que adoro Pasta, seja de que modo for, é deliciosa!

Ao meu caro Estado

      Caríssimo, eu tenho 28 anos e quase nenhum sonho realizado. Não consigo um emprego estável, porque tu és o meu chefe há 5 anos e só me queres se te passar um recibo, não te interessa fazer um contrato comigo. Não posso comprar carro, porque conscientemente sei que poderei ser dispensada a qualquer momento e, portanto ando de transportes. Quanto a ter filhos, andava-te agradecida porque em 10 anos, salvo raras rupturas de stock, nunca me faltaste com o método de contracepção mas... hoje estou danada contigo. Tens noção da quantidade de coisas que eu deixo de fazer para conseguir ser independente e não ter dívidas? Não viajo, não vou a restaurantes, não compro casa/carro, não tenho filhos, não vou aos saldos, não vou ao médico... Caro Estado Português tens noção o quanto é triste aos 28 ter uma vida limitada? Eu adorava já ter um filho ou mais até, parceiro e relação feliz não me falta. Mas como é que posso pôr uma criança ao mundo, se as minhas perspectivas de ter emprego duram 24h? Dizes-me excelente e digno Estado onde vou eu buscar dinheiro todos os meses para comprar a pílula? Sei que para ti sou apenas mais uma cidadã revoltada. Pois... o problema é olhares assim para tudo o que te rodeia e se manifesta. Estou cansada Estado. O meu útero tem um prazo de validade e tu a pagares-me é quando bem te convém. Imagina o que é chegares aos 28 anos, veres que fizeste tudo como manda a lei e nada de bom te acontece. Foste boa aluna, seguiste um curso útil, nunca ficaste a dever nada a ninguém, não quiseste ser um fardo aos teus pais quando acabaste o curso e fizeste-te à vida... e resultados? Uma conta bancária nas lonas, três meses de procura de emprego e nada e depois lá vens tu Estado de mão esticada, dar-me um lugarzinho, nas condições que tu queres, nas tuas perspectivas, destruindo os meus sonhos.

Estou mesmo triste.

O Banco do Livro escolar pretende promover a troca gratuita de livros escolares entre alunos do ensino básico e secundário.

Gratuitidade como Princípio de honra
Todo e qualquer produto ou serviço prestado por ou para o Banco do Livro escolar é gratuito.

Como funciona o Banco do Livro escolar?
O Banco do Livro escolar recebe ofertas os livros escolares usados.
O Banco do Livro escolar disponibiliza gratuitamente os mesmos livros a quem precisa deles.
As fotografias dos livros escolares disponíveis são visíveis na
página do Banco do Livro escolar no facebook.
Em cada álbum é possível saber em que cidade se encontra fisicamente o livro escolar pretendido.

O Banco do Livro escolar promove o transporte dos livros entre os vários pontos de entrega e recolha do País.
O transporte dos livros é feito por voluntários e não tem qualquer custo mas pode demorar alguns dias.
Se já ofereceu os livros escolares a outra pessoa já cumpriu o princípio de funcionamento do Banco do Livro pelo que pode levantar novos livros escolares sem entregar outros livros.

Onde entregar / levantar os Livros escolares?
Porto (sede)
Centro de Estudos - Henrique Cunha
Av Dr Antunes Guimarães, 63 - 3º dto
4100 079 Porto
tel fixo 309 956 690
tel movel 912 447 177

Lisboa - Almirante Reis
Bem-me-quer
Av. Almirante Reis N.152- 1000-052 Lisboa
Tel 218476678
horário- 12-19h de segunda a sábado
Responsável - Paula Cascais

Lisboa - Parque das Nações
WECLINIC
Rua das Galés, Lote 4.43.01 O
Parque das Nações Norte 1990-612 LISBOA
Junto ao Campus de Justiça
Horário para contacto e entrega/recolha
2ª A 6ª DAS 10:30 ÀS 14:00
Telef. 218 966 187

Odivelas
Abre em breve

Coimbra
Abre em breve

Quer criar um banco do Livro escolar na sua cidade?
O Banco do Livro escolar pretende alargar a rede de pontos de recolha e entrega de livros escolares por todo o País.
Se deseja criar um Banco do Livro escolar na sua cidade por favor contacte:
Henrique Cunha
Av Dr Antunes Guimarães, 63 – 3º dto
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Como ajudar o Banco do Livro escolar não tendo nem precisando de livros?
Para que esta ideia se transforme num sucesso e beneficie mais gente precisa de ser bem divulgada!
A melhor colaboração que pode dar é totalmente gratuita e passa apenas por partilhar esta informação com os seus amigos.


Retirado do blog http://coconafralda.clix.pt/ façam como eu partilhem!

Velhice

Hoje pela primeira vez olhei para mim ao espelho e vi um ar abatido, cansado. Ter amigdalite e febre; não ter parado todo o dia e estar um calor desesperante deve estar relacionado, isso ou estou a ficar velha... Estou com olheiras, medo!

Nos próximos tempos havia de começar a escrever com o novo acordo ortográfico, mas não me apetece nadinha.

Já estenderam a roupa hoje?

Best Friends


Boas notícias

O meu emprego na escola mantêm-se!

Adivinha quem voltou

Pensei que este ano estava safa mas afinal chegou a p*** da amigdalite! Vai uma caixa de antibiótico para o papo.

Acordo Ortográfico

A Língua Portuguesa está a ser vítima de um cunnilingus mal feito.
A Língua Portuguesa está a ser vítima de uma mudança de sexo numa clínica sem licença.
A Língua Portuguesa ganhou halitose, fazendo com que uns fujam dela, desse seu novo odor.
A Língua Portuguesa virou um jogo dos letrados, em que não há uma casa final, então andámos às voltas.
A Língua Portuguesa cansada, rasurada, vai aceitando o que lhe dão.
A Língua Portuguesa só pede que não gozem com ela, e se é para todos a receberem de mãos dadas que seja de uma vez porque ser oralmente mutilada aos poucos não é coisa que se faça a uma língua da terceira idade.

 Leia-se o excerto retirado do site Educare "Aplicação do novo acordo ortográfico arranca agora nos primeiros anos de escolaridade e chega ao Secundário em 2013/2014. Professores e responsáveis educativos defendem ações de formação e avisam que a convivência de duas grafias poderá complicar a adaptação."

Bimby tás doente também

Estou possessa. A minha cara Bimby que já tem uns 5 aninhos de idade pela primeira vez cheira mal. Ía fazer uma bela tarte e quase que caía com o cheiro. A última coisa que lá cozinhei foi arroz, como outras tantas vezes. Foi lavada na máquina, como sempre. Portanto, acabou-se a ideia da tarte. Coloquei logo tudo em limão, vinagre, bicarbonato de soda e água a ferver. Agora vai ali ficar de molho um bocadinho e logo vejo se resultou. Quanto à base vai ser vítima de vinagre. Não há-de sobreviver uma gota de gordura. Entretanto pesquisei na net e mais pessoas se queixam do mesmo. Que stress!

Em modos doente parece-me...

Estou para ver o que me apareceu desta vez, porque não posso apanhar gripes como toda a gente e já tá?

Factos

Todas as relações são uma alegria ou uma sentença!

Sendo grátis mudo-me já!


Plano a dois

Eis que o fim-de-semana se aproxima ainda que tendo eu o estado de DESEMPREGADA tal é apenas mais um dia. Com a chuvinha que vejo ali cair, está bom é para chá quentinho, mantas e ronhonhó no sofá. Hoje o plano é filme meloso, sangria de campanhe com frutos vermelhos e manta vermelha nos pés. Oh oh divinal, vou já aquecer o lugar.

Deixe ver se entendi

No Brasil chove porque é Inverno, em Portugal chove porque é Verão. Dois nomes diferentes para o mesmo clima. Estou confusa.